
A cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, de 39 anos, deixou o Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro, no interior de São Paulo, na noite desta sexta-feira (28), após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), conceder sua prisão domiciliar. Ela já está em casa com a família em Paulínia.
Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Débora passou ao regime domiciliar por volta das 20h. Para permanecer em liberdade, ela deve cumprir medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de redes sociais, veto a contato com outros envolvidos no caso e restrição a entrevistas sem autorização do STF. Além disso, apenas advogados, pais, irmãos e pessoas previamente autorizadas pela Corte poderão visitá-la.
Presa preventivamente desde 17 de março de 2023, Débora pode ser condenada a 14 anos de prisão por pichar de batom a estátua “A Justiça”, em frente ao STF, com a frase “Perdeu, mané”. No julgamento, dois ministros já votaram pela condenação: Alexandre de Moraes (relator) e Flávio Dino. O ministro Luiz Fux, no entanto, pediu vista e interrompeu a decisão.



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