A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), com apoio da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), deflagrou a Operação Eldorado, que resultou na apreensão de 153 quilos de maconha do tipo skunk, avaliados em aproximadamente R$ 3 milhões. O entorpecente foi encontrado no interior de um veículo que vinha sendo monitorado pelas forças de segurança no bairro São Raimundo, zona oeste de Manaus.

A apreensão é um desdobramento de uma operação policial realizada no dia 1º de fevereiro deste ano, que resultou na prisão em flagrante de quatro homens, com idades de 22, 31, 33 e 34 anos, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Em coletiva de imprensa, o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Guilherme Torres, parabenizou a equipe pelo desempenho célere e pelo resultado positivo. “Foi dada a missão para o Denarc que tem feito um trabalho completo no foco no desmantelamento das organizações criminosas”, declarou Torres.

O diretor do Denarc, delegado Rodrigo Torres, informou que as drogas apreendidas nesta nova fase são decorrentes da primeira ação. A apreensão do material foi realizada na sexta-feira (06/02), com o suporte tecnológico fornecido pela SSP-AM.

“Novamente fomos até a região do conjunto Eldorado, bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul, onde ficava o centro de distribuição dos entorpecentes que saíram de um local próximo dali, onde houve uma perseguição ao automóvel com o carregamento que logo foi abandonado nas proximidades da ponte do bairro São Raimundo, na zona oeste de Manaus”, informou o delegado.

Na primeira fase da operação, foram apreendidos 211 quilos de drogas, sendo 35 quilos de cocaína e 176 quilos de maconha do tipo skunk, avaliados em R$ 6,1 milhões. O primeiro carregamento foi encontrado no interior de um outro veículo utilizado por um dos suspeitos, no bairro São Francisco, zona sul da capital. Outras porções de entorpecentes estavam armazenadas em uma oficina localizada no bairro Praça 14 de Janeiro, também na zona sul.

Nesta segunda fase da operação não houve prisão e as investigações vão continuar para identificar a origem e quem iria receber o material.

Com informações da assessoria