Mesmo foragido, o goleiro Bruno Fernandes mantém contato com o Judiciário por meio de uma ação em que figura como autor. O ex-jogador move um processo contra a Meta, responsável pelo Facebook e Instagram, alegando falhas em seu perfil profissional.

Na ação, protocolada em 30 de março, Bruno afirma que a conta sofreu restrições de visibilidade, levando usuários a acreditarem que teria sido desativada. Segundo ele, o problema prejudica seu alcance, credibilidade e engajamento nas redes.

O goleiro pediu liminar para restabelecimento imediato da conta, mas o pedido foi negado sob o entendimento de ausência de risco de dano. Ele também solicita indenização de R$ 30 mil por danos morais.

Uma audiência de conciliação foi marcada para maio. Bruno solicitou participação por videoconferência, mas o pedido foi rejeitado pela Justiça, que manteve a exigência de comparecimento presencial.

O ex-jogador é considerado foragido desde março, após o descumprimento de condições da liberdade condicional. Ele foi condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, em 2010.