
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) pediu à Justiça a transferência do professor de jiu-jítsu Melqui Galvão para São Paulo, estado onde ele teria cometido os crimes investigados. O suspeito segue preso em Manaus.
Por ser investigador da corporação, ele está custodiado na Delegacia Geral enquanto aguarda decisão judicial sobre a possível remoção.
Melqui foi banido do esporte nesta semana. Ele é acusado de estupro por uma adolescente de 17 anos e por outros dois alunos. A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) abriu um procedimento interno para apurar o caso e a conduta do servidor.
Em posicionamento oficial, a corporação afirmou que repudia qualquer tipo de irregularidade e destacou o compromisso com a ética e a transparência.
O investigado nega as acusações. As apurações seguem em andamento.





