Um atendente do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, de 36 anos, foi preso suspeito de usar o celular de um homem morto para transferir R$ 7 mil via Pix para a própria conta bancária. A investigação foi conduzida pela Corregedoria da Polícia Civil.

O caso foi descoberto após a viúva da vítima identificar uma movimentação financeira realizada depois da confirmação da morte do marido. Ao consultar o extrato bancário, ela verificou que o valor havia sido transferido para uma conta em nome de um funcionário do IML.

A mulher também relatou que o celular do marido apresentava sinais de danos e que mensagens recentes haviam sido apagadas, levantando suspeitas sobre a manipulação do aparelho após a morte.

Com base nas denúncias e nas apurações realizadas, a Justiça decretou a prisão do suspeito. Ele é investigado por crimes como peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que, além da investigação criminal, serão adotadas medidas administrativas para apurar a conduta do servidor.