
Brasil – Mesmo após o preso ser encontrado com arma de fogo, fontes ligadas ao governo dos Estados Unidos afirmaram que Washington acompanha de perto os desdobramentos políticos e judiciais no Brasil e avalia possíveis medidas contra autoridades brasileiras, especialmente o ministro Alexandre de Moraes.
Informações são da coluna Leandro Magalhães no SBT News. Moraes deve decidir se Jair Bolsonaro permanece em prisão domiciliar ou se será transferido para o 19º Batalhão da PM do DF, conhecido como “Papudinha”.
O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no âmbito do inquérito da trama golpista, mas cumpre prisão domiciliar por motivos de saúde. Caso Moraes revogue a prisão domiciliar de Bolsonaro, os EUA poderiam aplicar novas sanções, inclusive por meio da Lei Magnitsky, que prevê restrições financeiras e bloqueio de bens de indivíduos acusados de violações de direitos humanos.
Moraes também analisa um caso envolvendo uma arma registrada em nome de Bolsonaro, apreendida em uma blitz. O ex-presidente deverá prestar depoimento antes da decisão definitiva sobre sua prisão domiciliar.
Eduardo Bolsonaro afirmou que a reaplicação da Lei Magnitsky contra Moraes “seria apenas uma questão de tempo”, reforçando especulações sobre pressões internacionais contra o STF.
Dessa forma, há tensão entre decisões do STF sobre Bolsonaro e possíveis reações dos EUA, incluindo sanções contra Alexandre de Moraes.





