
O Sambódromo da Marquês de Sapucaí, palco do Carnaval do Rio de Janeiro, reafirma seu compromisso com a inclusão e a acessibilidade para pessoas com deficiência (PCD). Mais do que tecnologia e estrutura, a iniciativa assegura um direito constitucional: o acesso à cultura.
“Mais do que números, falamos de direito à cultura, autonomia e pertencimento. Cada profissional envolvido, cada recurso implementado e cada detalhe planejado geram impacto social direto, ampliando o acesso e a experiência plena do público PCD em um evento de escala global”, destaca Ana Motta, CEO da All Dub Estúdio, empresa oficial de acessibilidade da Sapucaí.
Acessibilidade como pilar social e cidadania cultural
Em um dos maiores eventos culturais do planeta, a acessibilidade também se alinha a práticas de responsabilidade social e aos critérios ESG (Ambiental, Social e Governança). A garantia de que todos possam desfrutar plenamente do espetáculo é vista como um diferencial.
“Ser, por mais um ano, a empresa oficial de acessibilidade da Sapucaí é motivo de profundo orgulho. Acessibilidade não é um extra, é um pilar de impacto social e cidadania cultural”, comemora Motta.
Avenida para todos
No país do carnaval, onde a festa é identidade e patrimônio imaterial, assegurar que todos possam ver, ouvir, sentir e compreender o desfile é fundamental. A iniciativa afirma que a avenida é um espaço para todos, promovendo a inclusão e a cidadania cultural.
Com informações da Agência Brasil







