
No último domingo (26), o Partido dos Trabalhadores divulgou um vídeo em que tenta associar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao escândalo envolvendo o Banco Master. A peça passou a circular nas redes sociais e utiliza o termo “bolsomaster” ao tratar do caso.
No conteúdo, o narrador faz uma série de acusações contra o parlamentar e cita a compra de uma mansão em Brasília, sugerindo ligação com o suposto esquema. Apesar das afirmações, não há investigação que relacione Flávio Bolsonaro ao caso do Banco Master, nem indicação de que o imóvel tenha vínculo com as denúncias.
A residência mencionada foi adquirida em 2021, com financiamento do BRB. Já as movimentações envolvendo o Banco Master e o banco público ocorreram anos depois, a partir de 2024.
O vídeo foi apresentado a apoiadores durante o 8º Congresso Nacional do PT, realizado em Brasília, e também menciona relações políticas e doações eleitorais ligadas a pessoas próximas ao banco. O partido sustenta que a instituição foi autorizada a operar ainda durante o governo de Jair Bolsonaro.
O caso tem alimentado trocas de acusações entre grupos políticos. O Banco Master, criado em 2019, ampliou sua atuação nos anos seguintes e passou a ser alvo de disputas narrativas entre aliados do governo e da oposição.








