A cantora Karol Conká e o humorista Nego Di, ambos participantes da edição deste ano do Big Brother Brasil, protagonizaram uma discussão na noite desta quinta-feira (4) sobre a etnia de Gilberto, que havia se declarado negro em uma das festas do reality.
“Deu vontade de levantar e ir embora”, comentou Nego Di. “Eu nem quis discutir, porque eu tinha mais o que fazer, me divertir”, respondeu a cantora.
Quanto mais próximo do branco for o tom da pele e mais distante do negroide for o fenótipo, a tendência é de maior aceitação social. É o que defende Walker, autora do sucesso “A Cor Púrpura”, vencedor do prêmio Pulitzer de melhor ficção, também na década de 1980.
O colorismo, também conhecido como pigmentocracia, é portanto, discriminação racial baseada exclusivamente em fenótipos e tons de pele. E é sobre esse assunto que o recém-lançado videoclipe de “Brown Skin Girl”, do álbum-visual “Black Is King”, de Beyoncé, se debruça.
“Brown Skin Girl”, que estreou em meio a um boom de protestos do movimento Black Lives Matter, é um prato suculento para militantes que propõem o combate ao colorismo, seja pela letra, de enaltecimento à raça negra, ou pelas participações de Kelly Rowland, Naomi Campbell, Lupita Nyong’o, WizKid e SAINt JHN, que são artistas retintos.
Fonte: Revista Fórum e Folha de Pernambuco








