
Representantes de órgãos de segurança e instituições municipais e estaduais participaram nesta quarta-feira (20) de uma reunião no Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo para definir as operações aéreas do Festival de Parintins 2026.
O encontro teve como foco o alinhamento dos procedimentos técnicos que serão adotados durante o evento, que é considerado um dos maiores do calendário cultural do país. A expectativa é de que o fluxo aéreo supere 1.100 movimentos no período do festival.
Entre as medidas definidas, está a limitação do tempo de permanência das aeronaves em solo no aeroporto de Parintins, que será de até 40 minutos, em razão da capacidade reduzida do pátio de estacionamento.
Segundo os organizadores, a restrição é necessária para garantir segurança e fluidez nas operações, diante do aumento expressivo de voos nos últimos anos — de 405 operações em 2019 para mais de mil em 2025.
O aeroporto também passa por melhorias estruturais, como a implantação do sistema de aproximação PAPI, construção de área de escape na pista e revitalização do pátio de aeronaves.
Outro ponto discutido foi o controle do uso de drones nas proximidades do terminal, já que a presença irregular dos equipamentos pode levar à suspensão temporária de pousos e decolagens por motivos de segurança.
Ao todo, 40 militares irão atuar na operação especial, com treinamentos em Manaus e capacitação prática em Parintins antes do início do festival. O objetivo é reforçar a segurança e evitar incidentes durante o período de grande movimentação aérea.








