Manaus – O irmão do influenciador digital e empresário Luiz David Nunes de Azevedo, conhecido como Gatuxa, foi preso nesta quarta-feira (14), em Manaus, por suspeita de participação em um assalto a uma residência no bairro Colônia Terra Nova, zona Norte da capital amazonense. O suspeito foi identificado como Ângelo Nunes de Azevedo.

O crime aconteceu em 2 de agosto de 2025 e ganhou repercussão pela violência empregada contra os moradores. Na ocasião, três homens teriam invadido o imóvel e roubado diversos objetos, incluindo medicamentos e canetas injetáveis de Mounjaro, produto utilizado no tratamento de diabetes tipo 2 e também associado à perda de peso.

Imagens de câmeras de segurança registraram a ação criminosa. Nos vídeos divulgados, um dos suspeitos aparece armado enquanto os comparsas circulam pelo imóvel em busca de objetos de valor.

De acordo com as informações publicadas, Ângelo é apontado como o homem que teria ameaçado uma criança com uma arma de fogo durante a invasão. Um bebê também estava na residência no momento do crime.

O caso provocou repercussão nas redes sociais devido à presença das crianças e à gravidade das ameaças relatadas pelas vítimas.

Antes da prisão, Ângelo era procurado pela polícia. Em dezembro de 2025, o nome de Gatuxa ganhou destaque após a divulgação de denúncias que levantavam suspeitas de que o influenciador estaria dificultando a localização do irmão.

Na ocasião, Gatuxa negou saber onde Ângelo estava e afirmou que havia perdido contato com ele após o desligamento do familiar do restaurante da família. O influenciador também relatou supostos abusos durante uma abordagem policial em seu estabelecimento e informou ter procurado as autoridades para denunciar o episódio.

As acusações envolvendo o influenciador devem ser tratadas separadamente da investigação sobre o assalto, uma vez que as informações divulgadas não comprovam que ele tenha participado do crime ou ajudado o irmão a fugir.

Após a prisão, Ângelo foi encaminhado ao 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em Manaus, onde ficou à disposição da Justiça para os procedimentos legais.

O caso segue relacionado à investigação do assalto ocorrido em 2025. Até o momento, as informações consultadas não detalham eventual manifestação da defesa do suspeito sobre a prisão.