Brasil – A deputada estadual Débora Menezes (PL-AM) tornou-se alvo de críticas e chacotas mais uma vez nas redes sociais, após abandonar Manaus, na madrugada desta terça-feira (20), para se juntar ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) na chamada Caminhada da Liberdade, mobilização de caráter simbólico e político que segue em direção a Brasília.

Idealizada por Nikolas Ferreira, a caminhada teve início em Minas Gerais e está sendo realizada a pé até a capital federal. A previsão é de que o grupo chegue a Brasília no domingo, 25 de janeiro de 2026. Ao longo do trajeto, o deputado federal tem divulgado registros diários nas redes sociais, com mensagens voltadas ao debate político e à participação cidadã.

Segundo Débora Menezes, a iniciativa representa um posicionamento diante do atual cenário nacional. Em publicações, a parlamentar afirmou que a caminhada simboliza um chamado em defesa do país, da liberdade e da cidadania, além de estimular o engajamento da população e ampliar o debate público.

Mesmo partindo do Amazonas, a deputada decidiu integrar parte do percurso como forma de representar eleitores que, segundo ela, defendem maior participação política. Débora também tem utilizado as redes sociais para divulgar a mobilização e incentivar apoiadores a acompanhar a caminhada.

No entanto, a adesão ao ato gerou forte repercussão negativa entre internautas. Muitos usuários questionaram a ausência da deputada no estado e cobraram atuação mais direta nos problemas locais. Comentários como “vai trabalhar sua oportunista”, “o Amazonas precisa de você aqui” e “menos caminhada e mais ação” se multiplicaram nas publicações da parlamentar e em perfis de notícias.

Críticos afirmam que a prioridade da deputada deveria ser o mandato e as demandas da população amazonense, especialmente em áreas como saúde, educação e infraestrutura. Outros usuários ironizaram a mobilização, classificando-a como “ato midiático” e “mais postagem do que resultado”.

A parlamentar e o deputado federal seguem convocando a população a se dirigir a Brasília no dia 25 de janeiro, data prevista para a chegada do grupo à capital federal. A Caminhada da Liberdade continua sendo acompanhada por apoiadores e também por críticos, que utilizam as plataformas digitais para expressar tanto apoio quanto cobrança por mais trabalho nos respectivos estados.