
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) deu as boas-vindas aos novos residentes em 2026, marcando o início de quatro programas inéditos: Psiquiatria Geral, Psiquiatria Forense, Saúde da Mulher e Enfermagem em Neonatologia. A iniciativa reforça o protagonismo da SES-AM na formação de especialistas e no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no Amazonas.
Investimento na formação e no SUS
A secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, destacou que a expansão dos programas de residência médica é uma estratégia chave para qualificar o atendimento, ampliar o acesso aos serviços de saúde e fixar profissionais no estado. “Estamos investindo na formação de especialistas dentro da nossa própria rede, com qualidade e responsabilidade”, afirmou Maksoud.
A criação da Escola de Saúde Pública (ESP/AM) e da primeira Comissão de Residência Médica (Coreme) pela SES-AM são marcos importantes neste ciclo. Os novos programas, autorizados pelo Ministério da Educação e com bolsas financiadas pelo Ministério da Saúde, incluem residência em Psiquiatria Geral (três anos), Psiquiatria Forense (um ano), Saúde da Mulher e Enfermagem em Neonatologia.
Avanço na Psiquiatria e formação prática
O psiquiatra Rômulo Oliveira, residente em Psiquiatria Forense, celebrou a implantação do programa como um avanço significativo para a formação médica no estado. “Essa residência é extremamente importante para a comunidade médica, por se tratar da primeira sub especialidade em Psiquiatria no Estado do Amazonas”, pontuou.
Os residentes atuarão em hospitais, maternidades, policlínicas e centros especializados da rede estadual, sob supervisão de equipes assistenciais e coordenações acadêmicas. Essa abordagem prática, segundo o presidente da Comissão Estadual de Residência Médica no Amazonas (Cerem-AM), Juscimar Carneiro, aprimora as competências dos profissionais e garante um atendimento mais qualificado.
Aula inaugural e desafios regionais
Durante o evento, os profissionais participaram da aula inaugural sobre a formação em serviço no território amazônico. As discussões focaram nos desafios, potencialidades e na integração entre ensino, assistência e gestão, visando preparar especialistas aptos a atuar na realidade local, considerando as especificidades da região.
Com informações da Agência Amazonas








