A Justiça Federal em São Paulo deu prazo de 72 horas para que a AGU (Advocacia-Geral da União) responda a uma Ação Civil Pública que pede a devolução dos recursos pagos em janeiro pela Secom (Secretaria de Comunicação) para que influenciadores divulgassem em redes sociais o “atendimento precoce” contra a covid-19.
A ação, protocolada pela educadora Luna Brandão, pede ainda a proibição de novas campanhas do tipo e a retratação pública dos influenciadores.
O dinheiro saiu da campanha publicitária “Cuidados Precoces Covid-19”. Foram destinadas verba de R$ 19,9 milhões, segundo revelou a Agência Pública no mês passado.
Desse montante, R$ 85,9 mil foram destinados ao cachê de 19 “famosos” Todos foram contratados para divulgar a campanha em redes sociais, incluindo quatro influenciadores. Dessa forma, eles dividiram um total de R$ 23 mil para defender o “atendimento precoce”.
Fonte: UOL







